Archive for February 20th, 2008

Nathália Rodrigues: A Bruna Surfistinha no cinema

Nathália Rodrigues não poupou esforços. Fez o mesmo corte, pintou os fios da cabeleira no mesmo tom de Bruna e colocou um piercing no queixo, tal qual a ex-garota de programa.

Na luta pelo papel, Nathália leu o livro que conta a história de Bruna, viu o filme pornô estrelado por ela, leu o clássico “Eu, Christiane F., 13 anos, drogada e prostituída”, e também ganhou as ruas.

Ela visitou os lugares nos quais Bruna trabalhou e que são mencionados por ela em seu livro. Inclusive um conhecido como “Vintão”, no qual homens pagam R$ 20 e têm 10 minutos para transar com uma garota de programa.

“É uma espécie de fast-food do sexo, mas não me sinto capaz de julgar nada, nem ninguém. Umas fazem porque gostam, outras porque precisam. Nada me chocou”, diz.

Foram quatro meses de testes, mais de 2 mil candidatas e apenas um personagem: o de Bruna Surfistinha. A atriz Nathália Rodrigues, que passou por toda essa maratona, é uma das finalistas. Ela saiu na frente na corrida para viver a ex-prostituta no filme “O Doce Veneno do Escorpião”, baseado no livro de mesmo nome da Raquel Pacheco – nome verdadeiro de Surfistinha.

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O valor do bigode!

Comissário Indiano diz que foi demitido por causa de ‘curva do bigode’. Só é permitido bigodes com a ponta reta.

Indiano processou empresa aérea disse que é tradição de família.

Seu caso foi ouvido pela Suprema Corte do país na semana passada.

Joynath Victor De, que era funcionário da Indian Airlines, disse que a empresa o designou para serviços em terra em 1998 e, mais tarde, o aposentou compulsoriamente em 2001 sob a alegação de não obedecer as regras da empresa no que diz respeito a uniformes e aparência.

‘Como uma pessoa pode ser demitida por causa de um bigode? Este é um país democrático’, disseram os juízes H.K. Sema e Markandey Katju, segundo a agência de notícia indiana Press Trust of India. Juízes ficaram indignados.

A empresa, porém, teria dito que comissários de bordo homens, exceto aqueles pertencentes à minoria indiana sikh, deveriam ser barbeados e manter os bigodes retos.

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Trote ou agressão?

O calouro Márcio Marques da Silva, de 24 anos, diz ter sido agredido com socos e pontapés dentro de sala de aula durante trote na unidade Barra Funda da Universidade Nove de Julho (Uninove), na Zona Oeste.

Marcio registrou um boletim de ocorrência no 23º Distrito Policial, em Perdizes, fez exame de corpo de delito no Instituto Médico-Legal Central (IML) e se dirigiu ao atendimento no Pronto-Socorro do Hospital das Clínicas, também na Zona Oeste.

O estudante do curso de publicidade e propaganda conta que, por volta da 9h, em sua primeira aula, ele foi alertado pelos professores para não sair da sala para que os veteranos não tentassem passar trote nos calouros. Entretanto, no intervalo da aula, saiu da sala e viu um grupo de veteranos abordando calouros e jogando tinta neles.

O estudante retornou para sala e conta que pouco tempo depois o grupo entrou no local. Ele afirma que um dos veteranos falou que ele deveria sair para participar do trote e ele respondeu que não iria porque não poderia “se melar”, já que depois da aula iria para o trabalho. Márcio é operador de empilhadeira em um supermercado da Grande São Paulo.

Como não quis participar, ele disse que quatro estudantes avançaram e começaram a agredi-lo com socos e sujá-lo com tinta. Ele foi empurrado e conta ter caído no chão. Quando um dos agressores tentou chutá-lo, ele puxou a perna do agressor, que caiu e ele pode escapar do grupo. O estudante diz que outros dois calouros o ajudaram a sair da sala e chamaram os seguranças da faculdade. Na saída do IML, o estudante apresentava dificuldade para andar e tinha hematomas e cortes no rosto, que estava inchado por causa das agressões.

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